¡TE LO BUSCAMOS!
Si estás buscando este libro y no tiene stock, nosotros lo buscamos por ti sin coste adicional.
Sólo tienes que dejarnos tu email, nosotros nos pondremos en contacto contigo en cuanto lo localicemos.

¡Búscamelo!


No te preocupes, únicamente nos pondremos en contacto contigo para avisarte cuando dispongamos del libro. En ningún caso tu mail será cedido a terceros, ni te enviaremos publicidad o spam.
Ficha
Portada del libro Filas de sonhos, de Rita Sineiro
- 5% dto.

  • 15,50 Eur
  • 14,73 Eur

  • * Gastos de envío no incluidos.


  • No disponible
    • -


    • Unidad(es)

    Caracteristicas

  • Páginas: 40
  • Formato: 24x28x1,00 cm
  • Fecha Edición: 2022
  • Edición: 1
  • Idioma: Portugués.
  • Encuadernación: Tapa dura - Cosido.
  • Peso: 0,46 kg.
  • Filas de sonhos

  • 9788418972065
  • Autor: Rita Sineiro

  • Ilustrador: Laia Domènech

  • RITA SINEIRO Nasci no Porto, numa noite de lua cheia de um ano do Dragão. Cresci com uma fita muito azul no cabelo e os olhos ancorados no mar. Desde muito pequenina que falo mais do que é preciso e as mãos estão sempre a cair-me para as ancas (sobretudo quando leio as notícias). Dizem-me que sou muito do lugar de onde vim, e para mim isso é um elogio. Quando era menina, os adultos mandavam-me para os livros para descansarem de mim e eu percebi logo aí que os livros eram o melhor lugar para eu descansar deles. Funciona até hoje. Ser escritora era a minha brincadeira preferida. Ainda é, na verdade, mas agora brinco mais a sério. Acredito com o meu coração inteiro que o meu lugar no mundo é escrever e contar histórias; não saberia ser de mais lugar nenhum. Segundo dizem, estou a passar por uma fase mais rebelde, assim mais ou menos desde que nasci. E eu cá acho que deve ser por isso que nos meus sonhos mais secretos eu sou também uma revolucionária. LAIA DOMÈNECH Vivo e trabalho em frente ao mar, na praia onde cresci. Aos domingos de manhã, observo a gente que passeia, uns em direção ao porto e outros em direção ao rio. Nas tardes de inverno, vejo passar os barcos seguidos de nuvens de gaivotas. De madrugada, quando ainda misturo cores, não vejo o mar, mas posso senti-lo. Quando contemplo o mar, lembro-me do meu pai, que sabia dizer de onde soprava o vento. De pequenina já olhava para o mar e sonhava não me lembro bem com quê. Agora olho para o mar e penso nas crianças, sozinhas ou acompanhadas, que o atravessam, mortas de medo e com os pés molhados. Diante do mar ilustrei esta história, tão dura e ao mesmo tempo tão cheia de ternura.
  • 15,50 Eur
  • 14,73 Eur

  • * Gastos de envío no incluidos.


  • No disponible
  • -